Um dia, estando a comentar na homilia o Evangelho em que Jesus afirma: "Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos,
e Eu
vos aliviarei" (Mt. 11, 28)falava das correrias de hoje em dia, da nossa vida stressante...
Falava até das férias que muitos de nós temos e que são passadas no mesmo
corre-corre de durante o ano. Dizia eu que é preciso, hoje mais que nunca,
aprender a saborear a vida, a saborear as coisas pequenas da vida, do nosso
dia-a-dia. Saborear o aperto de mão do amigo, saborear o serviço que os outros
nos prestam, saborear pôr-do-sol...
Eis senão quando o Luís, um ribatejano de cepa, internado no serviço de Psiquiatria, sempre atento ao que eu dizia, irrompe, alto e bom som: "Ó sr. padre é verdade. E se for a contemplar o pôr-do-sol na companhia duma bela rapariga, será ainda melhor! Não acha?"
Um sorriso apareceu no rosto de todos os que estavam presentes. Esta 'deixa' veio mesmo a propósito.
No fim da Missa, ele veio ter comigo: "Queria pedir desculpa, mas era o que eu sentia no momento". Rimo-nos os dois.
E lembrei-me do um amigo meu, o P.e Vitor que escrevia: "Abrir largamente os braços e abraçar tudo o que está cheio de vida".
Eis senão quando o Luís, um ribatejano de cepa, internado no serviço de Psiquiatria, sempre atento ao que eu dizia, irrompe, alto e bom som: "Ó sr. padre é verdade. E se for a contemplar o pôr-do-sol na companhia duma bela rapariga, será ainda melhor! Não acha?"
Um sorriso apareceu no rosto de todos os que estavam presentes. Esta 'deixa' veio mesmo a propósito.
No fim da Missa, ele veio ter comigo: "Queria pedir desculpa, mas era o que eu sentia no momento". Rimo-nos os dois.
E lembrei-me do um amigo meu, o P.e Vitor que escrevia: "Abrir largamente os braços e abraçar tudo o que está cheio de vida".
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