Há
seis anos que nos conhecemos.
Encontrámo-nos várias vezes.
Posso dizer que
sintonizamos em muitas ideias. Diz que não é católico. Pelo menos diz que não é
'praticante'.
Tem sucesso na profissão: conquistado a pulso. Já com quarenta e
tal, tirou um curso superior, o qual exerce agora com todo o brio e felicidade:
foi para isso que sempre lutou, pensava eu.
Diz (e eu acredito) que é feliz com a esposa. Tem um filho.
Com toda a felicidade que fui capaz de lhe ver nos olhos, disse-me:
"Olhe, o meu filho é a maior realização da minha vida! Não foi a profissão que me realizou plenamente. Mas sim o meu filho. Por causa dele, eu lutei. Ele é a minha melhor obra. Não me posso sentir mais feliz. Sou um pai realizado."
E eu também fiquei feliz. Por eles. Pais e filho.
E, depois desta conversa, ficámos ainda mais amigos.
Diz (e eu acredito) que é feliz com a esposa. Tem um filho.
Com toda a felicidade que fui capaz de lhe ver nos olhos, disse-me:
"Olhe, o meu filho é a maior realização da minha vida! Não foi a profissão que me realizou plenamente. Mas sim o meu filho. Por causa dele, eu lutei. Ele é a minha melhor obra. Não me posso sentir mais feliz. Sou um pai realizado."
E eu também fiquei feliz. Por eles. Pais e filho.
E, depois desta conversa, ficámos ainda mais amigos.
Quem assim pensa e sente só pode estar mesmo muito bem na sua fé que diz " ter" ou não ser praticante...
ResponderEliminarQuem dera que todas essas "obras" espalhadas por este mundão fossem assim tão amadas e reconhecidas.
Os filhos são a razão de vida dos pais. Eles são a nossa continuação, a obra Divina da Criação. Nem sempre eles correspondem as nossas respectivas .... Aí sentimos -nos tristes por não sermos capazes de criar os filhos que Deus nos deu para serem felizes neste mundo e contribuirem para um mundo melhor.
ResponderEliminarMeus parabéns a esse sr. do tema de hoje.Abraço Padre José António.